Colégio Americano de Cardiologia: todas as fontes de proteína animal aumentam a mortalidade por todas as causas.

O Colégio Americano de Cardiologia acaba de publicar em seu Jornal uma revisão de algumas das dietas populares/hábitos alimentares que são promovidos para a saúde cardiovascular. O objetivo da revisão é fornecer aos médicos informações precisas para o aconselhamento dos pacientes no cenário clínico. Os médicos não recebem, infelizmente, muita educação nutricional durante a sua formação médica, mas a dieta é a chave para prevenir doenças em primeiro lugar.american college

As doenças cardiovasculares (DCV) são a principal causa de morte globalmente e, à medida que mais pessoas morrem anualmente de DCV que por qualquer outra causa, é muito importante entendermos quais fatores de estilo de vida podem diminuir nosso risco. A evidência mostrou consistentemente que a adoção de uma dieta baseada em alimentos vegetais integrais não só pode prevenir doenças cardiovasculares, mas também interromper e reverter a progressão das doenças cardiovasculares existentes.dr. kim willians

E as provas levaram o Presidente do Colégio Americano de Cardiologia, Dr. Kim Williams, a declarar:

“Existem dois tipos de cardiologistas: os veganos e aqueles que não leram as evidências“.

Segundo a revisão, todas as fontes de proteína animal (ovos, peixes, aves, carnes vermelhas e carnes vermelhas processadas) aumentaram a mortalidade por todas as causas comparadas à proteína vegetal, sendo a carne vermelha processada associada a mais mortes cardiovasculares e o consumo de ovos associado a mais mortes por câncer. O aumento da ingestão de proteína vegetal foi inversamente associado às taxas de mortalidade. Estes achados foram consistentes com as recomendações para se aumentar a ingestão de proteína vegetal e substituir a proteína animal pela proteína vegetal.

Arteriosclerose

Arteriosclerose

E além disso, afirmou que as evidências indicam que uma dieta predominantemente baseada em vegetais está associada com melhores fatores de risco de doença cardiovascular aterosclerótica (ASCVD), redução da progressão da doença cardíaca coronariana (CHD), efeitos benéficos sobre ASCVD e importante papel na redução do risco de ASCVD.

O artigo destacou que as populações que consomem uma dieta predominantemente vegetariana estrita raramente desenvolvem doenças cardiovasculares, incluindo os Okinawans no Japão, os Papua Highlanders da Nova Guiné, a população da China Rural, da África Central, e os Tarahumara do norte do México”. Em uma revisão sistemática e meta-análise de 8 estudos com a população Adventista do Sétimo Dia (n = 183.321), houve um risco reduzido de eventos CHD (RR: 0,60; IC 95%: 0,43 a 0,80 vs RR: 0,84; 95 % CI: 0,74 a 0,96) e eventos de doença vascular cerebral (RR: 0,71; IC 95%: 0,41 a 1,20 versus RR: 1,05; IC95%: 0,89 a 1,24) em vegetarianos comparados com não vegetarianos.

Os estudos epidemiológicos e estudos controlados randomizados indicam que as dietas baseadas em vegetais estão associadas com a melhoria dos fatores de risco de doença cardiovascular aterosclerótica (ASCVD) e um risco reduzido de ASCVD. Estudos têm sido realizados com dieta vegetariana tanto para a prevenção como para tratamento de doenças cardiovasculares, muitas vezes em conjunto com outros comportamentos saudáveis de estilo de vida.

Em 1995 e 2014, um estudo intervencionista com uma dieta vegetariana estrita (vegana) integral resultou na prevenção da progressão da doença arterial coronariana e reversão da doença angiográfica (vista no exame). Desse modo, parece que um dieta vegetariana à base de alimentos integrais pode parar a progressão de aterosclerose coronariana e dar evidências de regressão da doença angiográfica.doencas-coracao

Se você está querendo evitar a doença cardiovascular, a evidência nunca foi mais clara: eliminar todos os produtos de origem animal e adotar uma dieta vegetariana a base de alimentos integrais.

Fonte:

http://www.onlinejacc.org/content/69/9/1172

42 Comentários

  1. Lucimara disse:

    Boa noite, minha filha tem 12 anos e não consome carne desde os 6 anos, o pediatra sempre questiona e me deixa muito preocupada, gostaria de saber se mesmo na idade de desenvolvimento que ela esta, que é a preocupação dele, esse estudo valeria, ou só para adultos…grata!

    • Karla Santone disse:

      Oi Lucimara, tudo bem? Este artigo trata especificamente das doenças cardíacas. Em relação as crianças em idade escolar, é importante saber se a alimentação está sendo bem variada e bem equilibrada, fornecendo proteinas, calcio, ferro e vitaminas. Segundo a Associaçao Dietetica Americada (ADA), a alimentação vegetariana, quando bem planejada, é segura também para crianças e pode contribuir para uma melhor saúde na vida adulta. Eu sugiro que ela tenha acompanhamento de uma nutricionista atualizada com vegetarianismo. Boa sorte e obrigada pela sua pergunta.

    • Ueda disse:

      A dieta vegetariana é saudável sim! Basta que ela seja completa e balanceada! Um nutricionista que nau seja tendencioso pode ajudar você a entender como equilibrar a dieta da sua filha! E é provável quis você também se beneficie disto! Felicidades!

    • Nelson disse:

      Olá Lucimara, aconselho você a entrar no grupo do facebook chamado “Maternidade Vegana” lá tem muitas mães com filhos na mesma situação que você. Vale a pena trocar ideias com outras pessoas lá.
      Um abraço

    • Leandro disse:

      Sua filha é uma criança evoluída, se deu conta de que não é preciso matar para sobreviver. Ela deve ser motivo de orgulho para você e um exemplo a ser seguido. Meus parabéns.

  2. Bruno disse:

    Excelente matéria!

  3. Simone Girão Sgarzi disse:

    Parabéns pelo estudo, isso só vem a mostrar que o caminho alimentar que escolhi é o melhor. Sou vegana!!

  4. Alexandre disse:

    Quais as principais fontes de proteína vegetal que pode suprir as necessidades do corpo humano?

    • Karla Santone disse:

      Oi Alexandre, todas as leguminosas, ou grupo dos feijões, todos os cereais integrais, todas as nozes e castanhas, sementes, cogumelos, legumes, vegetais e até frutas tem proteínas. Eu particularmente como e recomendo chia, linhaça, quinoa, semente de girassol, etc. Nao deixe de ler o meu post sobre “o mito das proteínas”. Obrigada.

  5. Daniela Vieten disse:

    Matéria muito grandiosa. Acredito que uma dieta vegana orgânica e sem transgênicos, seria a solução menos agressiva . Pois não adianta vc sair das carnes e e leite e derivados , e se matar de soja transgênica. Oque eu entendo da indústria alimentícia , ela sempre quer gerar doenças, Então ela sempre está inovando para cercar a saúde. Enfim estamos sempre ferrados.Obrigada

    • Karla Santone disse:

      Oi Daniela tudo bem? A alimentação vegana geralmente é bastante diversificada e de maneira alguma depende do consumo de soja, pois existem muitas outras leguminosas disponíveis. Já os animais que produzem as carnes leite e derivados são alimentados diariamente com ração feita de soja transgênica. Obrigada pela pergunta.

    • renata disse:

      A verdade é o que você esta falando , sempre via ter uma turma endinheirada controlando nosso vida ,dieta e doenças que ganharemos de um lado ou de outro , sinceramente melhor equilibrar o que der e SER feliz com saus escolhas .

  6. Anna Luisa disse:

    Eu acredito que o sedentarismo seja um fator determinante também para o desenvolvimiento de doenças cardíacas e não apenas o consumo de proteínas de origem animal. Acredito que o equilibrio entre o consumo de proteínas animais e vegetais mais actividade física e outros hábitos saudaveis contribuem para menos casos, não basta apenas ser vegano, se o individuo è fumante, sedentario, consome alcool regularmente. Um único fato isolado não previne uma doença, sou professional de Educação Física, consumo proteína animal,e vegetal muito mais animal inclusive, mas pratico actividade aerobia 4x por semana e musculação, nunca tive colesterol fora do padrão e não penso em me tornar vegana.

    • Karla Santone disse:

      Oi Anna, tudo bem? Seu questionamento é muito importante. Realmente, atividade física, abstenção de álcool e de cigarro contribuem para diminuir o risco de muitas doenças. Porém, quando o Colégio Americano de Cardiologia publica que a proteína animal aumenta a mortalidade está se referindo a importantes estudos como o “Estudo das Enfermeiras de Harvard” e o “Estudo dos Profissionais de Saúde”, ambos da Universidade de Harvard, em que todos esses fatores foram analisados individualmente e em conjunto e a conclusão é que, comparada à proteína vegetal, a proteína animal aumenta a mortalidade por todas as causas. Obrigada pela sua pergunta.

  7. Rafael disse:

    Pesquisei o nome dos “pesquisadores”. São todos veganos. Claramente tem um BAITA viés aí. Pesquisas tipo essa, de revisão de estudos observacionais, podem revelar qualquer coisa, dependendo dos números que se levar em conta. É uma perda de tempo. E já existem mais de 50 ensaios clínicos randomizados provando o contrário, pra bater esses estudos é quase que impossível.

  8. Lauro Alves de Oliveira Júnior disse:

    Boa noite! Eu gostaria de ter acesso aos ensaios clínicos randomizados, pois os estudos epidemiológicos não servem para provar causa e efeito, apenas para levantar hipóteses de associações.

  9. Rafael disse:

    Segue os 54 estudos com ensaios clínicos randomizados como você me pediu:

    [1] A Randomized Trial Comparing a Very Low Carbohydrate Diet and a Calorie-Restricted Low Fat Diet on Body Weight and Cardiovascular Risk Factors in Healthy Women. Brehm et al.http://press.endocrine.org/doi/full/10.1210/jc.2002-021480

    [2] A Randomized Trial of a Low-Carbohydrate Diet for Obesity. Foster et al. http://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa022207

    [3] A Low-Carbohydrate as Compared with a Low-Fat Diet in Severe Obesity. Samaha et al. http://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa022637

    [4] Effects of a low-carbohydrate diet on weight loss and cardiovascular risk factor in overweight adolescents. Sondike et al. http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0022347602402065

    [5] The National Cholesterol Education Program Diet vs a Diet Lower in Carbohydrates and Higher in Protein and Monounsaturated Fat A Randomized Trial. Aude et al. http://archinte.jamanetwork.com/article.aspx? articleid=217514

    [6] A Low-Carbohydrate, Ketogenic Diet versus a Low-Fat Diet To Treat Obesity and Hyperlipidemia: A Randomized, Controlled Trial. Yancy et al. http://annals.org/article.aspx?articleid=717451

    [7] Comparison of energy-restricted very low-carbohydrate and low-fat diets on weight loss and body composition in overweight men and women. Volek et al.http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC538279/

    [8] Comparison of a Low-Fat Diet to a Low-Carbohydrate Diet on Weight Loss, Body Composition, and Risk Factors for Diabetes and Cardiovascular Disease in Free-Living, Overweight Men and Women.Meckling et al. http://press.endocrine.org/doi/full/10.1210/jc.2003-031606

    [9] Lack of suppression of circulating free fatty acids and hypercholesterolemia during weight loss on a high- fat, low-carbohydrate diet. Hernandez et al. http://ajcn.nutrition.org/content/91/3/578.long

    [10] Perceived Hunger Is Lower and Weight Loss Is Greater in Overweight Premenopausal Women Consuming a Low-Carbohydrate/High-Protein vs High-Carbohydrate/Low-Fat Diet. Nickols-Richardson et al.http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S000282230501151X/

    [11] Short-term effects of severe dietary carbohydrate-restriction advice in Type 2 diabetes—a randomized controlled trial. Daly et al. http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1464-5491.2005.01760.x/abstract

    [12] Separate effects of reduced carbohydrate intake and weight loss on atherogenic dyslipidemia. Krauss et al. http://ajcn.nutrition.org/content/83/5/1025.full

    [13] Comparison of the Atkins, Zone, Ornish, and LEARN Diets for Change in Weight and Related Risk Factors Among Overweight Premenopausal Women The A TO Z Weight Loss Study: A RandomizedTrial. Gardner et al. http://jama.jamanetwork.com/article.aspx?articleid=205916

    [14] Low- and high-carbohydrate weight-loss diets have similar effects on mood but not cognitive performance. Halyburton et al. http://ajcn.nutrition.org/content/86/3/580.long

    [15] A low-carbohydrate diet is more effective in reducing body weight than healthy eating in both diabetic and non-diabetic subjects. Dyson et al. http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1464-
    5491.2007.02290.x/full

    [16] The effect of a low-carbohydrate, ketogenic diet versus a low-glycemic index diet on glycemic control in type 2 diabetes mellitus. Westman et al. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2633336/

    [17] Weight Loss with a Low-Carbohydrate, Mediterranean, or Low-Fat Diet. Shai et al. http://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa0708681

    [18] Effects of weight loss from a very-low-carbohydrate diet on endothelial function and markers of cardiovascular disease risk in subjects with abdominal obesity. Keogh et al.http://ajcn.nutrition.org/content/87/3/567.long

    [19] Metabolic Effects of Weight Loss on a Very-Low-Carbohydrate Diet Compared With an Isocaloric High- Carbohydrate Diet in Abdominally Obese Subjects. Tay et al.http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0735109707032597

    [20] Carbohydrate Restriction has a More Favorable Impact on the Metabolic Syndrome than a Low Fat Diet. Volek et al. http://link.springer.com/article/10.1007/s11745-008-3274-2

    [21] Long-term effects of a very-low-carbohydrate weight loss diet compared with an isocaloric low-fat diet after 12 mo. Brinkworth et al. http://ajcn.nutrition.org/content/90/1/23.long

    [22] Efficacy and Safety of a High Protein, Low Carbohydrate Diet for Weight Loss in Severely Obese
    Adolescents. Krebs et al. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2892194/

    [23] In type 2 diabetes, randomisation to advice to follow a low-carbohydrate diet transiently improves glycaemic control compared with advice to follow a low-fat diet producing a similar weight loss. Guldbrandet al. http://link.springer.com/article/10.1007/s00125-012-2567-4/fulltext.html

    [24] A Randomized Pilot Trial of a Moderate Carbohydrate Diet Compared to a Very Low Carbohydrate Diet in Overweight or Obese Individuals with Type 2 Diabetes Mellitus or Prediabetes. Saslow et al.http://www.plosone.org/article/info:doi/10.1371/journal.pone.0091027

    [25] Effects of Low-Carbohydrate and Low-Fat Diets: A Randomized Trial. Bazzano et al. http://annals.org/article.aspx?articleid=1900694

    [26] The Role of Energy Expenditure in the Differential Weight Loss in Obese Women on Low-Fat and Low- Carbohydrate Diets. Brehm et al. http://press.endocrine.org/doi/full/10.1210/jc.2004-1540

    [27] Effects of a Low Carbohydrate Weight Loss Diet on Exercise Capacity and Tolerance in Obese Subjects. Brinkworth et al. http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1038/oby.2009.134/full

    [28] Comparative Study of the Effects of a 1-Year Dietary Intervention of a Low-Carbohydrate Diet Versus a Low-Fat Diet on Weight and Glycemic Control in Type 2 Diabetes. Davis et al.http://care.diabetesjournals.org/content/32/7/1147

    [29] Weight and Metabolic Outcomes After 2 Years on a Low-Carbohydrate Versus Low-Fat Diet: A Randomized Trial. Foster et al. http://annals.org/article.aspx?articleid=745937

    [30] Effects of a Low-intensity Intervention That Prescribed a Low-carbohydrate vs. a Low-fat Diet in Obese, Diabetic Participants. Iqbal et al. http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1038/oby.2009.460/full

    [31] Consuming a hypocaloric high fat low carbohydrate diet for 12 weeks lowers C-reactive protein, and raises serum adiponectin and high density lipoprotein-cholesterol in obese subjects. Ruth et al.http://www.metabolismjournal.com/article/S0026-0495(13)00223-0/abstract

    [32] Comparison of isocaloric very low carbohydrate/high saturated fat and high carbohydrate/low saturated fat diets on body composition and cardiovascular risk. Noakes et al.http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1368980/

    [33] Long-term Effects of a Very Low-Carbohydrate Diet and a Low-Fat Diet on Mood and Cognitive
    Function. Brinkworth et al. http://archinte.jamanetwork.com/article.aspx?articleid=1108558

    [34] The effects of low-carbohydrate versus conventional weight loss diets in severely obese adults: one-year follow-up of a randomized trial. Stern et al. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/15148064

    [35] A Randomized Trial of a Low-Carbohydrate Diet vs Orlistat Plus a Low-Fat Diet for Weight Loss. Yancy et al. 2010. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20101008

    [36] A randomized controlled trial of low carbohydrate and low fat/high fiber diets for weight loss. Baron et al. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1646726/

    [37] A very low-carbohydrate, low-saturated fat diet for type 2 diabetes management: a randomized trial. Tay et al. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25071075

    [38] Randomised controlled trial of four commercial weight loss programmes in the UK: initial findings from the BBC “diet trials”. Truby et al. http://www.bmj.com/content/332/7553/1309

    [39] Comparison of the Atkins, Ornish, Weight Watchers, and Zone Diets for Weight Loss and Heart Disease Risk Reduction:A Randomized Trial. Dansinger et al. http://jama.jamanetwork.com/article.aspx? articleid=200094

    [40] Very Low-Carbohydrate and Low-Fat Diets Affect Fasting Lipids and Postprandial Lipemia Differently in
    Overweight Men. Sharman et al. http://jn.nutrition.org/content/134/4/880.long

    [41] Comparison of high-fat and high-protein diets with a high-carbohydrate diet in insulin-resistant obese women. McAuley et al. http://link.springer.com/article/10.1007/s00125-004-1603-4/fulltext.html

    [42] Diet-Induced Weight Loss Is Associated with Decreases in Plasma Serum Amyloid A and C-Reactive Protein Independent of Dietary Macronutrient Composition in Obese Subjects. O’Brien et al.http://press.endocrine.org/doi/10.1210/jc.2004-1011

    [43] Advice to follow a low-carbohydrate diet has a favourable impact on low-grade inflammation in type 2 diabetes compared with advice to follow a low-fat diet. Jonasson et al.http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4025600/

    [44] A non-calorie-restricted low-carbohydrate diet is effective as an alternative therapy for patients with type
    2 diabetes. Yamada et al. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24390522

    [45] Low-Fat Versus Low-Carbohydrate Weight Reduction Diets Effects on Weight Loss, Insulin Resistance, and Cardiovascular Risk: A Randomized Control Trial. Bradley et al.http://diabetes.diabetesjournals.org/content/58/12/2741.long

    [46] Weight loss with high and low carbohydrate 1200 kcal diets in free living women. Lean et al. http://www.nature.com/ejcn/journal/v51/n4/abs/1600391a.html

    [47] Evaluation of weight loss and adipocytokines levels after two hypocaloric diets with different macronutrient distribution in obese subjects with rs9939609 gene variant. De Luis et al.http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/dmrr.2323/abstract

    [48] Enhanced weight loss with protein-enriched meal replacements in subjects with the metabolic syndrome. Flechtner-Mors et al. http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/dmrr.1097/abstract

    [49] Long-term effects of a low carbohydrate, low fat or high unsaturated fat diet compared to a no- intervention control. Lim et al. http://www.nmcd-journal.com/article/S0939-4753(09)00124-0/abstract

    [50] A randomized study comparing the effects of a low-carbohydrate diet and a conventional diet on lipoprotein subfractions and C-reactive protein levels in patients with severe obesity. Seshadri et al.http://www.amjmed.com/article/S0002-9343(04)00344-4/abstract

    [51] Comparison of low- and high-carbohydrate diets for type 2 diabetes management: a randomized trial. Tay et al. http://ajcn.nutrition.org/content/early/2015/07/29/ajcn.115.112581.abstract

    [52] Weight loss on low-fat vs. low-carbohydrate diets by insulin resistance status among overweight adults and adults with obesity: A randomized pilot trial. Gardner et al.http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/oby.21331/abstract

    [53] Metabolic impact of a ketogenic diet compared to a hypocaloric diet in obese children and adolescents. Partsalaki et al. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23155696

    [54] A randomized controlled trial of 130 g/day low-carbohydrate diet in type 2 diabetes with poor glycemic control. Sato et al. http://www.clinicalnutritionjournal.com/article/S0261-5614(16)30169-8/pdf

    • Karla Santone disse:

      Muito obrigada por me enviar. Quais comparam a vegan diet ou a plant based diet?

    • Luciana disse:

      Parabéns Rafael!

      • Karla Santone disse:

        Oi Luciana tudo bem? Na verdade, o Rafael não me mandou nenhum trabalho comparando dieta vegana com dieta onívora. O equivoco dele é confundir carboidrato e gordura com PROTEÍNA VEGETAL x animal. Todos esses ensaios clínicos tem uma coisa em comum: mantiveram a proteína animal em ambos os grupos de estudo, ou seja, não estudaram o efeito da vegan diet ou plant based diet. E além disso, eles concluem uma coisa que nos ja estamos cansados de saber: não adianta ser vegano e comer so batata frita, pão branco, macarrão e açúcar. Obrigada pelo comentário.

    • Miguel Figueiredo disse:

      Obrigado Rafael pelas referências 😉
      Ainda não tive oportunidade de ler o estudo da ACC.
      Mas questiono se haverá logo à partilha conflito de interesses ?
      https://www.cardiosmart.org/About/For-the-Press/ACC-Partners-with-Leading-Corporations-Organizations-on-CardioSmart-Initiative
      Abraço

      • ERIKA LOPES EMRICH disse:

        Muito interessante essa matéria.
        Comparativamente, tenho 2 amigas veganas: sendo que a primeira se alimenta suuuper mal e vive doente, pois se entope de Coca-cola e batata frita, além de outras besteiras que enganam a fome, mas não alimentam, E a outra amiga, que mantém uma alimentação saudável e está sempre antenada pesquisando e experimentando novas receitas veganas.
        Ou seja, como em tudo na vida, existem os bons e maus exemplos. As duas sendo veganas, não podemos dizer que é por ser vegana que uma delas vive doente, mas sim, porque faz péssimas escolhas na sua alimentação!

  10. Alexandre Leite disse:

    College nao é colégi, e sim faculdade! Vê-se por aí, a integridade da interpretaçao do texto.

    • Alexandre Leite disse:

      *colégio.

    • Karla Santone disse:

      Oi Alexandre, tudo bem? Não existe faculdade de cardiologia, pois a cardiologia é uma especialidade Médica. College pode ser traduzido tambem por “escola” , “academia” etc. Obrigada pelo comentario.

  11. Rodrigo disse:

    Cortei o carboidrato e dupliquei a ingestão de proteínas
    Resultado meu triguiceris saiu de 600 para 80 meu colesterol abaixou para 139

    Não preciso falar mais nada !!!

  12. Jackeline Medina rezza disse:

    Bom dia pessoal,
    Durante meus anos na universidade, especificamente, aula de bioquímica, teve um tema sobre um assunto que me impacto muito: nos seres humanos, não somos carnívoros, por não ter uma componente essencial no organismo para dissolver a proteína animal. Ainda como carne mas moderadamente e sim, faço uso de proteínas vegetais. Acho que estamos aqui para evoluir. Tens países desenvolvidos que tem por Lei, que tenha comida vegana, pelos menos um tipo. Brasil parece q tem medo de evolução 😔

    • Karla Santone disse:

      Oi Jacke, tudo bem? Acho que esse medo é mais por uma questão cultural e de hábito. Mas isso ja está começando a mudar também. Obrigada pelo comentário.

  13. Tiago disse:

    Very good

  14. Can you tell us more about this? I’d like to find out some additional information.